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Receberei uma pedra branca

RECEBEREI UMA PEDRA BRANCA

 

Apocalipse 2.17, nós traz uma promessa  maravilhosa, porém, receber uma pedra branca não se torna um atrativo, não é mesmo? A questão aqui não está em receber de fato uma pedra, até porque, no grego está se referindo a uma pedra comum de fato, nada de pedra preciosa ou um diamante. Sendo assim, você se dedicaria uma vida inteira à santidade, renunciaria o mundo, uma vida de oração e devoção para quando chegar à presença de Cristo receber uma pedra branca? Parece-nos muito pouco né? Bem, então vamos analisar melhor essa promessa para vermos que o que parece ser pouco, na verdade é muito.

 

As pedras brancas na época da cultura judaico-romano eram usadas em cerca de sete situações ou ocasiões. Uma delas era quando o atleta vencia uma competição, ele recebia uma pedra branca com seus benefícios dados pelo governador. Para o atleta receber a pedra branca teria que ser vencedor em sua modalidade. Também eram dadas pedras bancas com benefícios aos soldados que voltassem das batalhas vencedores. O soldado, para receber a pedra branca deveria vencer seu inimigo. Outra ocasião era para os mensageiros do rei. Quando eles iam como embaixadores do rei a uma cidade murada, deveriam apresentar uma pedra branca aos soldados, e essa pedra branca os identificava como mensageiros reais, então, os portões da cidade eram abertos para eles entrarem.

 

Para finalizar, as pedras brancas eram utilizadas para expressar a posição de um jurado em um tribunal do jurí romano. Se o jurado colocasse uma pedra preta na urna de votação, seu voto seria para condenar o réu. Caso colocasse uma pedra branca, então seu voto seria para inocentar o réu. Assim, quando João escreve que receberemos uma pedra branca, se formos vencedores, ele estava dizendo que seremos inocentados da condenação do pecado, que os portões da Jerusalém celeste irão se abrir, pois, possuímos a pedra que nos dá o direito de entrar nela e, também a posse dela confirma que vencemos nosso inimigo, nosso adversário, o qual não de sangue e nem carne, e sim, espiritual.

 

Prof. Ms. Jonas R Santin

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